Patrícia, uma criança difícil, tornou-se uma adolescente rebelde, detestava os irmãos mais novos, detestava crianças. Aos 17 anos deixou sua casa, engravidou de um colega das noitadas. Nasceu-lhe um filho deficiente, e sem ter a quem recorrer, se viu obrigada a cuidar dele sozinha. Tornou-se uma mãe resignada, até que aos seis anos o menino conseguiu balbuciar pela primeira vez a palavra “mamãe”. Ela tornou-se uma mãe dedicada. Aos dezesseis, quando ele articulou “mãe, eu te amo”, Patrícia tornou-se uma mãe realizada.
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