A Curva do Rio


Recentemente estive envolvido na publicação de um livro de Antonio Jota. Minha tarefa foi fazer uma revisão do livro, sob a ótica de um leitor, escrever a sinopse e preparar a capa.


A sinopse

“A vida do migrante é marcada por decepções, recomeços e superações. Muitos passam por adversidades, especialmente a pobreza, a fome, o desprezo e a desesperança, e com isso vão moldando seu caráter, colhendo aqui e ali lições de vida que afloram da convivência diária com a miséria humana. Nanô, adolescente nordestino passa por essas provações em um bairro nascedouro, o Parque Paraíso. Suas peripécias são narradas de maneira pitoresca neste romance de Antonio Jota. Vidas são expostas com precisão, perfeitamente enquadráveis em personagens reais de quaisquer periferias das grandes metrópoles. A identificação com essas pessoas é íntima, e a cada passo na evolução da leitura, vê-se com clareza situações que levam o leitor a rememorar seu próprio passado em busca de paralelos. É uma trama ficcional, mas incrivelmente próxima à realidade, e que certamente provocará alguns suspiros e lágrimas, especialmente daqueles que tem alguma ligação com a gente nordestina. (Capitão Anilto)”


A capa






Capa de "A Curva do Rio"

Capa de "A Curva do Rio"





A capa mostra ao fundo a cidade de Itapecerica da Serra, local onde se ambientou o romance. Em primeiro plano uma ilustração que recria uma rua em formação no Parque Paraíso. A contracapa ilustra a “cabana” do hippie.



Onde encontrar o livro

O livro encontra-se à venda na Biblioteca24x7, uma livraria virtual, cujo site é: http://www.biblioteca24x7.com.br/.

Detalhes do livro estão em: http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br . Caso o link não funcione, procurar “A Curva do Rio” na caixa de pesquisa, ou navegar pelo menu de categorias (romance).



Palavras do autor

“Eu nunca soube vender nada (agora preciso aprender). Mas como estou empolgado com o lançamento do meu primeiro livro solo, pedi a um amigo militar que comprasse ‘A Curva do Rio’. Ele perguntou ‘o livro fala de quê’ e fez um esforço enorme para esconder a desconfiança quando lhe respondi laconicamente que ‘fala de coisas’. A sinopse exigida pela Editora foi escrita por outro amigo justamente porque considero uma violência pedir que o autor resuma sua obra em algumas frases!

Ora, do que fala um romance literário? Um romance literário não é uma biografia que fala da vida do fulano, tampouco uma monografia cuja pretensão é ensinar a espiralar parafusos e reciclar os resquícios. Um romance literário é uma obra de arte. E o que arte? A arte literária é a recriação da vida! A Curva do Rio então fala de sexo? Sim; fala de prostituição e algumas variantes da sexualidade humana. Fala do submundo do início dos anos 80? Sim; fala também de drogas, intrigas, traições, da ação de justiceiros, do misterioso desaparecimento de jovens… Fala de um Serial Killer necrófilo e do surgimento do Parque Paraíso povoado por imigrantes e migrantes, sobretudo nordestinos.

A Curva do Rio, no entanto, tenciona mesmo é mostrar o meu imenso prazer em manipular a língua portuguesa, fuçar os clássicos, a gramática e o dicionário! Além de estar de acordo com as normas atuais da ortografia. Compre, leia e indica ‘A Curva do Rio’. Se você comprar, ler e não gostar, reclame! Boa leitura.”

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Um comentário
  1. Antonio Jota disse:

    Nossa, Capitão, que lindo! Adorei mesmo… O Sr. sabe valorizar o produto. Obrigado mais uma vez e beijos no coração.

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